A  Felicidade

No dia 20 de março assinala-se o dia mundial da felicidade.
Todos queremos ser felizes, e a busca da felicidade é algo que subsiste na mente de todas as pessoas.
É uma condição que está inscrita no ADN de todos os seres humanos. Se é uma condição natural, questiona-se: é preciso o homem traçar linhas que conduzam a esse estado?
– Claro que é! Podemos ser criativos, construir pontes que vão ao encontro de plataformas de empatia e também sermos nós núcleos geradores de contactos que recriem e distribuam felicidade.
Sinalizo algumas etapas que considero importantes:
– O primeiro passo, por estranho que pareça, é gostarmos de nós; gostar de nós aponta, necessariamente, para gostar dos outros. Se nos fechamos na nossa concha, sem espaço para os outros, não gozamos da alegria de uma verdadeira amizade e ninguém é feliz sozinho.
– O segundo passo é afastar a melancolia. Lançar mão deste recurso pressupõe tratarmo-nos bem, isto é, nem nos privarmos da felicidade que supostamente está ao nosso alcance. Temos por obrigação a responsabilidade de inventar e promover uma cultura positiva, ser otimista.
– O  terceiro passo é ter sentido de humor. Saber sorrir e emprestar às situações boa disposição.
– O quarto passo é saber agradecer os pequenos gestos que nos dedicam  e usá-los como armas eficazes para derrubar fronteiras de incompreensão e animosidade.
– O quinto passo é viver em fraternidade. Se olharmos para o lado, podemos encontrar uma alma que nos prove que é bom partilhar, conviver e até arriscar uma vivência comum.
– O sexto passo é fazer exercícios meditativos. Nos maus momentos devemos pensar, refletir, meditar, pois pode ser uma boa opção para nos conhecermos melhor.
Outras abordagens poderiam ser feitas, mas seria fastidioso fazê-lo.
A nossa verdadeira felicidade consiste em saber e assumir que somos amados, ter a certeza de que somos valorizados, apreciados e bem queridos pelos nossos amigos.
Ser feliz é ter a noção exata desta realidade: “eu sou, porque tu és”!
 
Rosa Natália de Oliveira Faria Fernandes
(Rosinha)   

Um comentário em “A  Felicidade”

  1. Um texto literário, despido de conceitos científicos, porém, suportado por experiências que preenchem o dia a dia das pessoas que passam pela vida, deixando marcas, recusando um percurso estéril. O tema é muito delicado, poderia ter sido abordado por outros métodos e formas, contudo, este formato, apesar de simples, é elucidativo. Parabéns Rosinha.

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