OUTRO RESUMO DO LIVRO

A MORTE DE IVAN ILITCH

I - Ivan sente-se triste e revoltado
Numa pequena cidade russa viveu IVAN ILITCH, juiz, que se considerava brilhante. Nas novas nomeações para o Ministério, sentia-se seguro, o seu lugar não iria estar em risco, considerava-se irrepreensível. Quando surgem novas nomeações, o lugar que desejava passa a ser ocupado por outro magistrado. Sentiu-se triste e revoltado.

II - No campo, casa do sogro, fica angustiado
Esquecido no Ministério, com fracos recursos, pede ajuda a seu Pai que se nega ajudá-lo. Assim, com a mulher e filha decide ir para casa dos sogros, no campo. Os dias passam e começa a ficar cada vez mais angustiado. Conversa com a mulher e sogros, dizendo-lhes que tem de ir a Petersburgo procurar ajuda junto dos seus amigos. A família tenta demovê-lo, mas ele acha que é a única forma de sair daquela situação que tanto o atormenta.

III - Decide-se ir a Petersburgo pedir ajuda aos amigos
Compra passagem para Petersburgo, em primeira classe, pois não queria dar parte fraca do seu declínio e vai procurar os amigos.

IV - Surpresa no comboio; mudanças no Ministério; amigos vão ajudar.
Ao entrar na carruagem depara-se com um seu antigo colega a quem contou a sua situação. Este amigo informa-o que no Ministério ia haver alterações e por essa razão tinha um lugar para ele a ganhar o ordenado de 5.000 rublos. Agradeceu, e aceitou o lugar. Estava eufórico. Já tinha um bom emprego e uma grande melhoria de ordenado, pois anteriormente ganhava 3.500 rublos.

V - Novo emprego e nova casa. Objetivos alcançados.
Instalado no seu novo emprego e dado os seus rendimentos terem melhorado, compra uma casa para se instalar e trazer sua mulher e filha para junto de si.
Decide ser ele a decorar a casa. Procura móveis antigos por forma a dar um ar aristocrático à casa. Compra coisas que dessem um ar de beleza e conforto. Queria impressionar a sua esposa e filha. Sentia-se feliz.

VI - Queda do escadote
Enquanto decorrem os trabalhos de decoração, sobe a um escadote para explicar a um funcionário como queria que fosse efetuado determinado trabalho, tendo-se desequilibrado e batido com o corpo de lado na maçaneta da janela. Magoou-se, mas não deu importância ao sucedido.

Infelizmente, o caso iria ser fatal.

Manuel Luís

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