Não me atirem pedras nem agulhas
Nem me queiram mais que a mim eu quero!
Sou apenas eu sem mais borbulhas
A rir e a chorar um tempo austero…
Já sonhei conquistas e vitórias,
Já me senti luz e flor viçosa.
Agora vivo em paz minhas memórias,
Alegre por trilhar vida frondosa.
Eu já fui poeta lutador
Alegre por contigo fazer obra.
Basta-me agora o teu amor
E uma vida em paz que não soçobra.
António Henriques (21/03/2026)

Uma poesia, uma história de vida cheia e linda.
Parabéns!
Gostei mesmo.
Bem-hajas, minha companheira de vida e de sonho. A.H.